domingo, 18 de outubro de 2009

Poeta da alma

Quando o azul gigantesco
caiu em minha cabeça
saltaram pequenas fagulhas...
estrelas voaram, cadentes!

Nuvens brancas em meus cabelos,
chuva fria em meus olhos,
trovões em minha garganta,
calaram a minha voz.

Raios neurônicos!
Ventos pulmonares!
E com a Lua nos olhos,
sonhei acordado...

Nesse cataclisma de emoções,
tsunami em minha alma,
verti amor por entre os dedos,
e acordei... "Poeta da alma!"

Mando Mago Poeta 21:37 18/10/2009
Publicado no Recanto das Letras
Cód.: T1874041