domingo, 25 de outubro de 2009

Inspiração repentina!

Os versos escritos na retina
reflexo da alma que chora
história versada na alma.

Mando Mago Poeta 21:56 25/10/2009

Misturei-me ao vazio
caminho cheio de gente
vida vazia de mim

Mando Mago Poeta 21:58 25/10/2009

Vivi nas bordas da vida
chorei lágrimas secas
molhei-me no mar do deserto.

Mando Mago Poeta 21:59 25/10/2009

Minha falsa calma engana
Minha verdadeira alma escreve
Minha poesia se proclama.

Mando Mago Poeta 22:00 25/10/2009

Ganhei a força de sorrir
quando a dor me chega
e chorar quando ela se vai...

Alguns não entendem isso
Me acham feliz e pleno
Sou feliz com o que tenho,
Da vida tiro proveito
Não corro mais, não desdenho.

Sorri diante da dor
chorei quando devia chorar
escondido no meu recanto
escrevendo minha história
no arquipélago da memória.

Em cada ilha de aprendizado
cada sal, de lágrimas que secaram
na minha face rubra!
Cada dor que suprimi, para esconder,
As chagas de meu passado.

Hoje sou Mago e Poeta
Pretenso escritor de verdades,
que brilham nas retinas, nas telas,
em algumas almas mais belas,
que ainda ouvem meu canto...

enfim, sou pássaro sem asas,
escrevendo com a pena da alma,
as alegrias, amores,
pintando sem cores,
"A minha eterna e pretensa calma"
Escudo contra o veneno da sociedade!

Mando Mago Poeta 22:13 25/10/2009

Se o Mar que deixa criança,
Nas claras noites me alcança,
Vejo nele refletido,
a Mãe de minha esperança.

Se o rio, que me inspira em amor,
Encerra de mim toda dor,
Caindo em cascata trovejante,
É vida, ordem suprema de amar,
Em doses divinas e intensas.

Se nas Matas verdes e calmas,
cantam os pássaros de harmonia,
Nela recarrego minhas energias,
para vencer as batalhas.

Se nas árvores opulentas,
grandes seres de luz,
colhem seus artefatos,
nelas eu descanso, minha fé,
e me visto de Magia.

Mando Mago Poeta 22:23 25/10/2009

Enquanto os pássaros
cantam no floresta,
Eu, despido de meu corpo,
Canto na clareira,
o canto da alma,

um dia eles entenderão,
o meu triste canto...

Mando Mago Poeta 22:28 25/10/2009

Escorreguei na grama verdinha,
correndo na mata gigante,
voltei a ser criança,
"curumim, na aldeia Xavante!"

Mando Mago Poeta 22:29 25/10/2009
na esperança de alcançar,
o mesmo tom da Natureza... dos cantores